<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><link>https://www.molteky.com.br/Blog</link><title>Blog | Molteky Fundição</title><image><![CDATA[<url>https://t6.al/w0Hl.svg</url>]]></image><description>Confira as últimas matérias publicadas.</description><language>pt-BR</language><item><title>Ataque em Abu Dhabi atinge fundição da maior produtora de alumínio do Oriente Médio</title><link>https://www.molteky.com.br/Blog/Mercado/Ataque_em_Abu_Dhabi_atinge_fundição_da_maior_produtora_de_alumínio_do_Oriente_Médio</link><description><![CDATA[Emirates Global Aluminium disse que sofreu "danos significativos” durante um ataque iraniano com mísseis e drones no sábado, destacando o desafio de setores vitais para a economia global.<br/><br/>(Bloomberg) — A maior produtora de alumínio do Oriente Médio sofreu "danos significativos” durante um ataque iraniano com mísseis e drones no sábado, destacando o desafio para a economia global à medida que a guerra em curso no Oriente Médio interrompe setores vitais. Os Emirados Árabes Unidos são um importante fornecedor para os mercados globais e a Emirates Global Aluminium (EGA) opera ali sua maior planta metalúrgica.<br/> <br/>O ataque é mais um golpe para a indústria de commodities da região, com produtores de tudo, de energia a fertilizantes, em grande parte impedidos de exportar devido ao efetivo fechamento do Estreito de Ormuz.<br/>Além da interrupção do transporte marítimo, os ataques iranianos danificaram instalações-chave, o que provavelmente aumentará o tempo necessário para que as operações voltem ao normal quando a guerra terminar.<br/> <br/><strong class="btk">Preços em alta</strong><br/> <br/>Os preços do alumínio, que já vinham subindo antes do conflito, avançaram ainda mais à medida que traders e compradores se concentram no potencial de um mercado mais apertado e da redução dos estoques globais. O Oriente Médio responde por cerca de 9% da oferta global, e grande parte dessa produção está agora bloqueada dentro de Ormuz. Preços mais altos de commodities pesarão sobre as economias globais, de acordo com o Goldman Sachs Group.<br/> <br/>A EGA ainda está avaliando os danos do ataque ao seu complexo de Al Taweelah, localizado na zona industrial do Porto Khalifa, no emirado de Abu Dhabi, informou a companhia em comunicado. A empresa confirmou que vários funcionários ficaram feridos, mas se recusou a dizer se as operações na unidade foram suspensas.<br/> <br/>O escritório de mídia de Abu Dhabi disse neste sábado que seis pessoas ficaram feridas em três incêndios causados por destroços da interceptação de mísseis balísticos nas proximidades da zona industrial Kezad.<br/> <br/>Os ataques fizeram parte de uma série de investidas do Irã contra países do Golfo, mesmo enquanto o governo Trump conduzia discussões sobre um possível cessar-fogo.<br/> <br/>Como a maior empresa industrial não ligada à energia nos Emirados Árabes Unidos, a EGA opera duas fundições, uma em cada um dos emirados de Dubai e Abu Dhabi. O complexo de Al Taweelah fica a meio caminho entre as cidades de Dubai e Abu Dhabi, na Zona Econômica de Khalifa, ao longo do Golfo Pérsico. A planta de Dubai fica na área do porto e zona franca de Jebel Ali.<br/> <br/>A fundição de Al Taweelah produziu 1,6 milhão de toneladas de metal fundido em 2025. A empresa tinha estoques substanciais de metal no exterior quando Israel e os EUA iniciaram sua guerra contra o Irã no mês passado, bem como em alguns locais no exterior, segundo o comunicado. Ela vem usando esse produto externo para ajudar a atender à demanda dos clientes.<br/> <br/>A EGA tem sido uma grande investidora internacional e faz parte da promessa dos Emirados de investir US$ 1,4 trilhão nos EUA na próxima década. Os Emirados Árabes Unidos têm sido o segundo maior fornecedor de alumínio para os EUA, bem atrás do Canadá, e estão construindo a primeira nova fundição americana em décadas em Oklahoma.<br/> <br/>Nos EUA, a EGA também é dona de uma planta de reciclagem em Minnesota, o que lhe permitiu se beneficiar do fato de que metais produzidos domesticamente são vendidos a preços mais altos devido às tarifas impostas pelo presidente Donald Trump.<br/>]]></description><category>Mercado</category><pubDate>Mon, 30 Mar 2026 12:26:00 GMT</pubDate><enclosure type="image/webp" url="https://t6.al/A97u.webp"></enclosure></item><item><title>Carne: Brasil já exportou à China mais de 30% da cota prevista para 2026</title><link>https://www.molteky.com.br/Blog/Mercado/Carne:_Brasil_já_exportou_à_China_mais_de_30％_da_cota_prevista_para_2026</link><description><![CDATA[Exportadores defendem controle estatal para as vendas aos chineses — Foto: Divulgação/TCP<br/> <br/>Número preocupa o setor, já que muitas cargas saíram dos portos ainda em 2025.<br/> <br/>O governo chinês divulgou nesta sexta-feira (20/3) os dados oficiais de importação de <a class="z5" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/bovinocultura/carne-bovina/" referrerpolicy="no-referrer" tabindex="0"><span class="buy">carne bovina</span></a>, do Ministério do Comércio e da Administração-Geral de Alfândegas (GACC, na sigla em inglês), referentes aos meses de janeiro e fevereiro de 2026.<br/> <br/>Segundo os dados, a China importou 372,08 mil toneladas de <a class="z5" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/bovinocultura/carne-bovina/" referrerpolicy="no-referrer" tabindex="0"><span class="buy">carne bovina</span></a> do Brasil neste ano, sendo 211,29 mil toneladas em janeiro e 160,78 mil toneladas em fevereiro. O número representa 33,64% da cota de 1,1 milhão de toneladas imposta aos frigoríficos brasileiros em 2026. Os dados foram compilados e divulgados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).<br/>O alto índice de ocupação da cota ainda no início do ano acendeu o alerta no setor exportador brasileiro, que quer controle estatal para as exportações para lá.<br/> <br/>Os números divergem da contabilização oficial do Brasil, registrada pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex). O governo brasileiro considera o embarque de 229,85 mil toneladas de <a class="z5" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/bovinocultura/carne-bovina/" referrerpolicy="no-referrer" tabindex="0"><span class="buy">carne bovina</span></a> para a China no primeiro bimestre deste ano, sendo 123,15 mil toneladas em janeiro e 106,70 mil toneladas em fevereiro.<br/> <br/>Já os chineses monitoram o que entrou no país no período. Muitas cargas saíram dos portos brasileiros ainda em 2025 e só chegaram à China em 2026, depois do anúncio da imposição da cota.<br/> <br/>Essa era uma das principais preocupações do setor exportador, levada ao governo brasileiro já no início de janeiro. Os frigoríficos pediram aos ministérios da Agricultura, do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e das Relações Exteriores para negociar com a China a forma de utilização das cotas. O pedido foi para que embarques realizados em 2025 fossem desconsiderados, o que não ocorreu.<br/> <br/>Em nota, a Abiec disse que os números mostram um ritmo acelerado de utilização da cota, com 33,64% já preenchidos no primeiro bimestre, o que "acende um sinal de alerta para o comportamento das exportações ao longo do ano".<br/> <br/>A entidade afirmou que avalia o cenário com cautela, mas manifestou preocupação com a "velocidade de consumo, que pode gerar impactos relevantes no médio prazo, especialmente no segundo semestre".<br/> <br/>A Abiec reforçou o pedido para que o governo brasileiro adote mecanismos de acompanhamento da utilização da cota. Em fevereiro, a entidade solicitou a criação de um sistema oficial de controle da cota. O Ministério da Agricultura encaminhou ofício à Câmara de Comércio Exterior (Camex) em que apoiava o pleito, mas a medida ainda não foi votada.<br/> <br/>"A Abiec reforça a importância de que mecanismos sejam adotados pelo governo brasileiro para acompanhar de forma mais próxima a evolução desse cenário, diante das salvaguardas estabelecidas pela China. Essas medidas são essenciais para garantir maior previsibilidade, equilíbrio comercial e segurança nas relações entre os países", disse a entidade, em nota.<br/> <br/>De acordo com os dados do governo chinês, as importações de <a class="z5" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/bovinocultura/carne-bovina/" referrerpolicy="no-referrer" tabindex="0"><span class="buy">carne bovina</span></a> em geral já consumiram 23,36% da cota de 2,68 milhões de toneladas estabelecida para 2026. Além do Brasil, Austrália e Argentina também estão com ritmo acelerado de preenchimento do volume autorizado.<br/> <br/>As exportações argentinas já somaram 103,2 mil toneladas, o que corresponde a 20,2% da cota anual de 511 mil toneladas. Já os australianos exportaram 71,9 mil toneladas, cerca de 35% do volume total autorizado para este ano, de 205 mil toneladas.<br/>As importações chinesas de <a class="z5" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/bovinocultura/carne-bovina/" referrerpolicy="no-referrer" tabindex="0"><span class="buy">carne bovina</span></a> do Uruguai somaram 35,1 mil toneladas, 10,8% da cota de 205 mil toneladas para o ano inteiro, e 19,3 mil toneladas da Nova Zelândia, o que equivale a 9,3% da cota de 206 mil toneladas.<br/> <br/>Por outro lado, o comércio com os Estados Unidos está praticamente parado. Foi contabilizada a entrada de apenas 332 toneladas da proteína americana na China nos dois primeiros meses de 2026, cerca de 0,2% da cota de 164 mil toneladas atribuída aos frigoríficos dos EUA (Globo Rural, 20/3/26)<br/>]]></description><category>Mercado</category><pubDate>Mon, 23 Mar 2026 11:07:00 GMT</pubDate><enclosure type="image/avif" url="https://t6.al/A8ng.avif"></enclosure></item><item><title>Guerra: Brasil vai enfrentará dificuldades para comprar fertilizantes</title><link>https://www.molteky.com.br/Blog/Mercado/Guerra:_Brasil_vai_enfrentará_dificuldades_para_comprar_fertilizantes</link><description><![CDATA[A <a class="z5" href="https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/03/china-restringe-exportacoes-de-fertilizantes-com-a-guerra-no-ira-e-pode-afetar-brasil.shtml" referrerpolicy="no-referrer" tabindex="0"><span class="buy">restrição às exportações de fertilizantes imposta pela China</span></a> é crucial para o Brasil. No ano passado, o país assumiu a liderança na oferta do produto para o mercado brasileiro, desbancando a tradicional Rússia. Mas as dificuldades vão além desses países.<br/> <br/>O país asiático decidiu limitar as exportações do insumo essencial ao agronegócio para proteger seu mercado interno, o que amplia a pressão sobre os mercados internacionais, que já lidam com a escassez do produto devido à guerra do Irã.<br/> <br/>Os brasileiros foram buscar 12 milhões de toneladas no país asiático, 38% a mais do que em 2024, segundo dados da Secex (Secretaria de Comércio Exterior). Os russos, líderes no fornecimento até 2024, colocaram 11,1 milhões de toneladas no mercado brasileiro em 2025.<br/> <br/>O Brasil importou 45,5 milhões de toneladas de adubos no ano passado, gastando US$ 15,5 bilhões. O consumo total foi de 49,1 milhões de toneladas, segundo a Anda (Associação Nacional para a Difusão de Adubos). A produção nacional se limita a 7,2 milhões de toneladas.<br/> <br/>Avalia-se muito<a class="z5" href="https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/03/preco-do-petroleo-dispara-apos-ataques-a-instalacoes-energeticas-no-oriente-medio.shtml" referrerpolicy="no-referrer" tabindex="0"><span class="buy"> o estrago que a menor oferta de petróleo, devido à guerra</span></a>, pode causar nos preços e na economia mundial, mas relega-se a importância dos fertilizantes. Os países, estrategicamente, têm reservas de petróleo para esses períodos de redução de oferta internacional, mas não têm de fertilizantes. Pelo menos 49% da produção de alimentos no mundo depende de adubos. A ausência desse produto provoca redução de plantio ou de produtividade.<br/> <br/>O Brasil, altamente dependente do mercado internacional de fertilizantes, vai encontrar dificuldades na compra desse insumo em todos os principais fornecedores. A Índia, grande consumidora, pisou no acelerador em algumas fábricas que dependem do gás do Catar. A Europa já estava em ritmo menor de produção, devido à menor oferta de gás dos russos. Os Estados Unidos estão levantando barreiras até do Marrocos, buscando novos países de onde podem importar.<br/> <br/>Os americanos, em pleno período de plantio, estão em um momento crucial na necessidade desse insumo. Boa parte da demanda americana já foi acertada pelos produtores, mas como fica a entrega, devido a esse estrangulamento dos transportes provocado pela guerra no Oriente Médio?<br/> <br/>Os produtores brasileiros, em período de colheita de soja e de plantio de milho da safrinha, já começavam a planejar as compras para a safra de soja do segundo semestre. Por ora, não têm noção dos preços que vão pagar e, pior, o quanto de produto vão ter.<br/> <br/>O estrangulamento do fornecimento de fertilizantes e, em algumas regiões, da produção, já respinga sobre a agricultura e, na sequência, recairá sobre os consumidores, com alta dos preços dos alimentos e da inflação. Uma cesta de produtos acompanhada pela FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura) já indica uma reversão de tendência. Os preços voltaram a subir, mesmo antes do início da guerra de Israel e Estados Unidos contra o Irã.<br/> <br/>Pelo menos 10% da ureia comercializada no mundo é produzida no Oriente Médio e 30% dos fertilizantes passam pela região em conflito. Negociada a US$ 450 em fevereiro, a tonelada do produto está em US$ 690 em alguns dos principais portos do mundo.<br/> <br/>O Brasil, além de depender muito dos fertilizantes externos, iniciou o ano com atraso nas compras, que aumentam ano a ano. No primeiro bimestre do ano passado, os países do Oriente Médio forneceram 624 mil toneladas do insumo ao mercado brasileiro, 12% do total importado pelo país no período.<br/> <br/>Em janeiro e fevereiro deste ano, as compras brasileiras se limitaram a 462 mil toneladas na região, 8,8% do que o país importou. O volume é o menor em 11 anos para o primeiro bimestre e representa uma queda de 34% em relação à média do mesmo período dos últimos cinco anos, segundo dados da Secex.<br/> <br/>Se, ao contrário do que imaginavam Donald Trump e Benjamin Netanyahu, a guerra for longa, a desestruturação do sistema de fornecimento de fertilizantes vai ser crucial para os produtores brasileiros. Além de pagar preços elevados, o país vai ter dificuldades para comprar esse insumo devido à concorrência internacional (Folha, 20/3/26)<br/>]]></description><category>Mercado</category><pubDate>Fri, 20 Mar 2026 11:40:00 GMT</pubDate><enclosure type="image/avif" url="https://t6.al/A8bI.avif"></enclosure></item><item><title>Exportações de carne de frango confirmam projeções positivas e fecham ano com alta de 0,6%</title><link>https://www.molteky.com.br/Blog/Mercado/Exportações_de_carne_de_frango_confirmam_projeções_positivas_e_fecham_ano_com_alta_de_0,6％</link><description><![CDATA[<strong class="btk">Exportações de carne de frango confirmam projeções positivas e fecham ano com alta de 0,6%</strong><br/> <br/><strong class="btk">Embarques de dezembro crescem 13,9% e alcançam 510,8 mil toneladas</strong><br/> <br/><br/> <br/>Após superar um dos momentos mais desafiadores da história do setor produtivo, a avicultura brasileira encerra o ano de 2025 com boas notícias. De acordo com levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), as exportações brasileiras de carne de frango totalizaram, no ano, 5,324 milhões de toneladas ao longo dos 12 meses de 2025, volume que supera em 0,6% o total exportado em 2024, com 5,294 milhões de toneladas — estabelecendo novo recorde para as exportações anuais do setor.<br/> <br/>O resultado foi consolidado pelos embarques realizados durante o mês de dezembro. Ao todo, foram embarcadas 510,8 mil toneladas de carne de frango no período, volume 13,9% superior ao registrado no décimo segundo mês de 2024, com 448,7 mil toneladas.<br/>Com isso, a receita total das exportações de 2025 alcançou US$ 9,790 bilhões, saldo 1,4% menor em relação ao registrado em 2024, com US$ 9,928 bilhões. Apenas no mês de dezembro, foram registrados US$ 947,9 milhões, número 10,6% maior em relação ao mesmo período do ano anterior, com US$ 856,9 milhões.<br/>"O ano foi marcado pela resiliência do setor e pela superação de um dos maiores desafios da história da avicultura nacional, com o registro de um foco, já superado, de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade em aves comerciais. Fechar o ano com resultados positivos, conforme previu a ABPA, é um feito a ser celebrado e reforça a perspectiva projetada para 2026, ampliando a presença brasileira no mercado global, em compasso com a produção do setor esperada para o ano”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.<br/> <br/>Principal destino das exportações de carne de frango em 2025, os Emirados Árabes Unidos importaram 479,9 mil toneladas (+5,5% em relação a 2024), seguidos pelo Japão, com 402,9 mil toneladas (-0,9%), Arábia Saudita, com 397,2 mil toneladas (+7,1%), África do Sul, com 336 mil toneladas (+3,3%), e Filipinas, com 264,2 mil toneladas (+12,5%).<br/> <br/>"O restabelecimento total dos embarques após os impactos da Influenza Aviária já sinaliza positivamente nos números das exportações. É o caso dos embarques para a União Europeia, que registraram alta de 52% nos volumes exportados em dezembro, e da China, que, em um curto período, já importou 21,2 mil toneladas. São indicadores que projetam a manutenção do cenário positivo para o ano de 2026”, ressalta Santin.<br/> <br/>]]></description><category>Mercado</category><pubDate>Thu, 08 Jan 2026 11:45:00 GMT</pubDate><enclosure type="image/avif" url="https://t6.al/y_nz.avif"></enclosure></item><item><title>Exportações brasileiras de carne de frango bateram recorde em 2025</title><link>https://www.molteky.com.br/Blog/Avicultura/Exportações_brasileiras_de_carne_de_frango_bateram_recorde_em_2025</link><description><![CDATA[<strong class="btk">Exportações brasileiras de carne de frango bateram recorde em 2025</strong><br/> <br/><br/> <br/>Brasil exportou 5,324 milhões de toneladas de carne de frango no ano passado — Foto: Canva/Creative Commons<br/>Em valor, embarques caíram 1,4% em comparação com o ano anterior, diz ABPA.<br/>As exportações brasileiras de carne de frango atingiram o recorde de 5,324 milhões de toneladas em 2025, encerrando o ano com alta acumulada de 0,6%, segundo dados levantados pela da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Em 2024, portanto um ano antes, o volume exportado foi de 5,294 milhões de toneladas.<br/>"Fechar o ano com resultados positivos, conforme previu a ABPA, é um feito a ser celebrado e reforça a perspectiva projetada para 2026, ampliando a presença brasileira no mercado global, em compasso com a produção do setor esperada para o ano”, comemorou, em nota, o presidente da ABPA, Ricardo Santin.<br/>Em valor, contudo, as exportações brasileiras de carne de frango somaram US$ 9,790 bilhões, resultado 1,4% menor do que os US$ 9,928 bilhões registrados há um ano. O resultado reflete um período em que o setor foi marcado pelo registro, em maio, de um foco - já superado - de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (gripe aviária) em aves comerciais – episódio classificado pela ABPA como "um dos maiores desafios da história da avicultura nacional”.<br/>Ainda segundo Santin, a retomada dos embarques após os impactos da gripe aviária já se reflete nos números mais recentes do setor. Quando considerado apenas o mês de dezembro, as exportações de carne de frango apresentaram alta de 13,9% em volume, com 510,8 mil toneladas, e 10,6% em receita, com US$ 947,9 milhões.<br/>"É o caso dos embarques para a União Europeia, que registraram alta de 52% nos volumes exportados em dezembro, e da China, que, em um curto período, já importou 21,2 mil toneladas. São indicadores que projetam a manutenção do cenário positivo para o ano de 2026”, afirma Santin.<br/>No resultado por país, os Emirados Árabes Unidos despontaram como o principal destino das exportações de carne de frango do Brasil com 479,9 mil toneladas adquiridas no último ano, volume 5,5% acima do registrado em 2024. O Japão foi o segundo principal destino, com 402,9 mil toneladas, queda de 0,9%, seguido de Arábia Saudita, com 397,2 mil toneladas, alta de 7,1%, e África do Sul, com 336 mil toneladas, alta de 3,3%. As Filipinas importaram 264,2 mil toneladas nesse período, avanço de 12,5% (Globo Rural, 6/1/26)<br/>]]></description><category>Avicultura</category><pubDate>Wed, 07 Jan 2026 11:44:00 GMT</pubDate><enclosure type="image/avif" url="https://t6.al/yYZp.avif"></enclosure></item><item><title>Agro volta a exportar mais, e receita vai a US$ 169,5 bi em 2025</title><link>https://www.molteky.com.br/Blog/Agronegócio/Agro_volta_a_exportar_mais,_e_receita_vai_a_US$_169,5_bi_em_2025</link><description><![CDATA[<strong class="btk">Agro volta a exportar mais, e receita vai a US$ 169,5 bi em 2025</strong><br/> <br/><br/> <br/>O agronegócio, apesar das tarifas e da chegada pela primeira vez da gripe aviária no Brasil, manteve ritmo acelerado nas exportações, que somaram US$ 169,5 bilhões, conforme estimativas da Folha, com base nos dados da Secex (Secretaria de Comércio Exterior). O valor supera o recorde de US$ 164,3 bilhões de 2024.<br/> <br/>Sete produtos foram os principais responsáveis por receitas tão elevadas. O Brasil conseguiu colocar 108,2 milhões de toneladas de soja no mercado externo, e a China ficou com 85,4 milhões desse volume, 18% a mais do que tinha comprado em 2024. As receitas totais das exportações com a oleaginosa subiram para US$ 43,5 bilhões.<br/> <br/>As carnes foram o grande destaque. Apesar das dificuldades com as negociações externas devido a tarifas<a class="z5" href="https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/11/trump-assina-medida-para-reduzir-tarifas-sobre-cafe-e-carne-bovina.shtml" referrerpolicy="no-referrer" tabindex="0"><span class="buy"> </span></a>e gripe aviária. O país obteve US$ 30 bilhões no ano passado, 22% a mais do que em 2024.<br/><br/>O café, que também esteve com tarifa pesada imposta pelo principal importador durante parte do segundo semestre, trouxe US$ 14,9 bilhões, 31% a mais do que em 2024. O aumento externo dos preços garantiu a alta das receitas.<br/> <br/>As exportações de celulose renderam US$ 10,3 bilhões, um montante financeiro próximo ao de 2024, e o algodão atingiu US$ 5,1 bilhões, valor também semelhante ao do ano imediatamente anterior.<br/><br/>Após retração em 2024, o país conseguiu colocar 41 milhões de toneladas de milho no exterior, com receitas de US$ 8,6 bilhões, conforme os dados da Secex, divulgados nesta terça-feira (6).<br/> <br/>O açúcar perdeu espaço. As exportações recuaram para 33,8 milhões de toneladas, 12% a menos, e as receitas, devido à queda média de preços no mercado internacional, tiveram recuo ainda maior. As vendas externas do ano passado renderam US$ 14,1 bilhões, 24% a menos.<br/> <br/>As importações do agronegócio continuam em ritmo de alta. No ano passado, somaram US$ 38,6 bilhões, puxadas principalmente pelos US$ 15,5 bilhões gastos com fertilizantes. O trigo, com a importação de 6,9 milhões de toneladas, no valor de US$ 1,6 bilhão, ajudou a elevar os gastos. Pesaram, ainda, os custos de US$ 601 milhões com azeite de oliva e os US$ 507 milhões com a compra de óleo de coco (Folha, 7/1/26)<br/>]]></description><category>Agronegócio</category><pubDate>Wed, 07 Jan 2026 11:35:00 GMT</pubDate><enclosure type="image/avif" url="https://t6.al/yYXI.avif"></enclosure></item><item><title>Parlamento da França rejeita acordo comercial Mercosul-UE</title><link>https://www.molteky.com.br/Blog/Mercado/Parlamento_da_França_rejeita_acordo_comercial_Mercosul-UE</link><description><![CDATA[Resolução pressiona negociações em meio a críticas de Macron e resistência de agricultores europeus.<br/><br/> <br/> A Assembleia Nacional da França aprovou na 5ª feira (27.nov.2025), por 244 votos a 1, uma resolução que orienta o governo a rejeitar o acordo comercial entre Mercosul e UE (União Europeia), segundo a TV BFM. A votação foi realizada em Paris, no mesmo dia em que o presidente Emmanuel Macron (Renascimento, centro) afirmou a empresários brasileiros que o pacto "não é satisfatório e precisa ser melhorado”, contrariando a expectativa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de assiná-lo em 20 de dezembro. O acordo é um tratado comercial negociado entre os países do Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai) e a União Europeia. Ele busca criar um grande acordo de livre comércio entre os 2 blocos, reduzindo barreiras e facilitando negócios.<br/> <br/>A resolução amplia a pressão sobre as negociações, consideradas decisivas por Bruxelas. O partido França Rebelde, que apoiou a proposta, classificou o acordo como um "ponto de virada” em temas ambientais, agrícolas e democráticos. A França reforça que sua oposição está ligada à proteção do setor agrícola e a exigências ambientais, como garantir que pesticidas proibidos na UE não entrem no bloco por meio de produtos do Mercosul. <br/> <br/>O governo francês tenta formar uma minoria de bloqueio no Conselho da UE, mas enfrenta resistência de países como Alemanha e Espanha, que defendem o acordo. Agricultores europeus mantêm forte oposição, alegando que o pacto ameaça setores como carne e açúcar. Paralelamente, cerca de 150 deputados europeus pediram que o Parlamento Europeu envie o texto para análise do Tribunal de Justiça da UE.<br/> <br/> Macron detalhou suas ressalvas ao acordo durante encontro com empresários brasileiros no Palácio do Eliseu. O presidente afirmou que o texto negociado ao longo de 20 anos não reflete avanços recentes em temas climáticos e defendeu aprimoramentos em 2 áreas: salvaguardas para setores vulneráveis, regras convergentes entre os blocos e mecanismos de garantia de cumprimento.<br/> <br/> A incerteza permanece sobre a assinatura do acordo em 20 de dezembro. O Brasil mantém expectativa positiva, expressa pelo embaixador Ricardo Neiva Tavares, que destacou o interesse brasileiro em diversificar as exportações para a França. Caso os Estados-membros aprovem o pacto, o texto seguirá para votação do Parlamento Europeu, enquanto a França busca levar o tema ao Tribunal de Justiça do bloco.<br/><br/><br/><br/><br/><br/><br/> <br/>]]></description><category>Mercado</category><pubDate>Mon, 01 Dec 2025 13:24:00 GMT</pubDate><enclosure type="image/avif" url="https://t6.al/wJMK.avif"></enclosure></item><item><title>Rabobank: Avicultura brasileira prepara avanço competitivo em 2026 com sanidade no centro do debate</title><link>https://www.molteky.com.br/Blog/Mercado/Rabobank:_Avicultura_brasileira_prepara_avanço_competitivo_em_2026_com_sanidade_no_centro_do_debate</link><description><![CDATA[<i><strong class="btk">Avicultura brasileira avança com demanda forte, competitividade global, biosseguridade rigorosa e expansão das exportações em 2026 e oportunidades.</strong></i><br/> <br/><strong class="btk">A avicultura brasileira deverá consolidar seu protagonismo em 2026, com crescimento projetado de aproximadamente 2% na produção nacional de frango de corte, impulsionada tanto pelo mercado externo quanto pela firme evolução do consumo doméstico.</strong><br/>De acordo com o relatório <strong class="btk">"Perspectivas para o Agronegócio Brasileiro 2026”</strong>, publicado pelo <a class="z5" href="https://avinews.com/pt-br/rabobank-alerta-cinco-mudancas-globais-vao-impactar-a-avicultura-nos-proximos-anos/" referrerpolicy="no-referrer" tabindex="0">Rabobank</a>, a carne de frango continuará sendo a proteína animal mais competitiva no Brasil no próximo ano, especialmente diante do avanço dos preços da carne bovina previsto para o segundo semestre e da manutenção de custos elevados para a carne suína. A relação mais acessível entre preço e qualidade tende a sustentar a preferência do consumidor brasileiro pela proteína avícola, garantindo ao setor estabilidade de demanda mesmo em um cenário econômico ainda sensível para as famílias.<br/> <br/>No <strong class="btk">comércio internacional,</strong> o Brasil seguirá como protagonista absoluto, mantendo a posição de maior exportador global. <strong class="btk">O relatório indica que as exportações brasileiras de frango continuam em trajetória de expansão, com uma geografia cada vez mais diversificada.</strong> Um dos movimentos mais relevantes apontados na publicação é o avanço acelerado no México, onde os embarques do Brasil cresceram cerca de 70% até setembro de 2025, transformando o país no terceiro maior fornecedor daquele mercado em setembro e no quinto maior considerando o total do ano. <strong class="btk">Esse crescimento expressivo demonstra a consolidação de um destino estratégico que reduz a dependência dos embarques para a China e abre espaço para um alinhamento comercial de longo prazo com parceiros da América do Norte.</strong><br/><ul class="bwm bwn"><li class="zo" data-onmouseover="{&#34;removeClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;^.dqt&#34;},&#34;addClass&#34;:{&#34;classes&#34;:[&#34;dqt&#34;],&#34;target&#34;:&#34;!&#34;}}">Mesmo assim, o relatório adverte que a concorrência internacional deverá se intensificar. <strong class="btk">A recuperação da capacidade exportadora dos Estados Unidos deve provocar uma disputa mais acirrada pelo espaço de mercado em destinos como Filipinas, Japão e Coreia do Sul, tradicionalmente compradores relevantes do frango brasileiro.</strong> A China, por sua vez, tende a manter o movimento de redução de importações devido ao aumento da produção interna e à maior oferta global de proteína avícola. Contudo, caso o acordo de regionalização sanitária avance, a abertura seletiva poderia amenizar perdas de volume ao possibilitar que apenas regiões afetadas fiquem restringidas em um eventual surto sanitário.<br/> <br/></li></ul><strong class="btk">O relatório também enfatiza que a sanidade continuará sendo o principal fator crítico da competitividade brasileira.</strong> A permanência da Influenza Aviária de Alta Patogenicidade H5N1 nos Estados Unidos aumenta a diversidade genética do vírus e o risco de disseminação pelo continente, especialmente durante períodos de migração de aves silvestres originárias da América do Norte. Apesar dos avanços científicos em vacinas internacionais, o Brasil mantém sua política de prevenção e eliminação de focos, sem vacinação, preservando o acesso comercial aos principais importadores — prática que exige vigilância ativa rigorosa, fortalecimento da biosseguridade nas granjas e resposta rápida em qualquer suspeita sanitária.<br/> <br/><strong class="btk">Segundo a publicação do Rabobank, esse conjunto de fatores mantém o Brasil como uma referência global em disponibilidade, qualidade e custo competitivo de produção.</strong> Entretanto, exige que produtores e indústrias intensifiquem a gestão de eficiência operacional, especialmente no que se refere ao uso de tecnologia, inteligência de dados, controle ambiental e mitigação de riscos na cadeia. O setor entra em 2026 com um cenário de oportunidades consistente, mas com o entendimento de que competitividade crescente e proteção sanitária serão determinantes para a manutenção de margens e para o sucesso da avicultura brasileira nos próximos anos.<br/>Clique <a class="z5" href="https://media.rabobank.com/m/ece6315d6bd81f5/original/RaboResearch_Perspectivas-para-o-agronegocio-brasileiro-2026.pdf" referrerpolicy="no-referrer" tabindex="0"><strong class="btk">aqui</strong></a> e confira o relatório completo!<br/>]]></description><category>Mercado</category><pubDate>Fri, 07 Nov 2025 20:36:00 GMT</pubDate><enclosure type="image/webp" url="https://t6.al/w0Mm.webp"></enclosure></item><item><title>Gigante da suinocultura Aurora investirá R$ 400 milhões para ampliar indústria</title><link>https://www.molteky.com.br/Blog/Suinocultura/Gigante_da_suinocultura_Aurora_investirá_R$_400_milhões_para_ampliar_indústria</link><description><![CDATA[Aurora, uma das maiores empresas da suinocultura no cenário global, vai investir R$ 400 milhões para ampliar indústria e impulsionar suinocultura em Mato Grosso do Sul. O estado tem atraído os olhares e grandes investimentos do setor agro do país. <br/> <br/>A Cooperativa Central Aurora Alimentos anunciou um investimento de R$ 400 milhões para a ampliação de sua unidade industrial em São Gabriel do Oeste (MS). O projeto de expansão, que conta com incentivos fiscais do Governo do Estado, está previsto para ser concluído até abril de 2026 e faz parte de um movimento mais amplo de fortalecimento da suinocultura na região. A medida foi formalizada com a assinatura de um termo de acordo para concessão de incentivos fiscais, consolidando o apoio do Estado à ampliação do setor. <br/> <br/>A região já conta com a atuação de outras grandes cooperativas, como Alfa, Copérdia e Coasgo, que vêm ampliando seus investimentos na produção de suínos em Mato Grosso do Sul.<br/> <br/>]]></description><category>Suinocultura</category><pubDate>Tue, 28 Oct 2025 00:47:00 GMT</pubDate><enclosure type="image/webp" url="https://t6.al/zUwd.webp"></enclosure></item><item><title>Suinocultura registra maior preço do ano em setembro, aponta Itaú BBA</title><link>https://www.molteky.com.br/Blog/Suinocultura/Suinocultura_registra_maior_preço_do_ano_em_setembro,_aponta_Itaú_BBA</link><description><![CDATA[<i><strong class="btk">Cotações do suíno vivo superam fevereiro e produção mantém boa margem de rentabilidade</strong></i><br/> <br/>Os preços da suinocultura alcançaram a máxima do ano na primeira semana de setembro, segundo dados do relatório Agro Mensal, elaborado pela Consultoria Agro do Itaú BBA. O movimento foi impulsionado pela valorização do suíno vivo e da carcaça no atacado, ao mesmo tempo em que os custos de produção permaneceram estáveis.<br/> <br/><strong class="btk">Preço do suíno vivo sobe e atinge recorde em São Paulo</strong><br/>Em São Paulo, o suíno vivo superou os valores de fevereiro, quando havia atingido R$ 9,40/kg. Após um período de estabilidade em julho, as cotações avançaram de forma consistente em agosto, com média mensal de R$ 8,75/kg. O resultado representa alta de 3,3% em relação a julho e de 3,6% frente ao mesmo mês de 2024.<br/> <br/><strong class="btk">Carcaça suína também registra valorização</strong><br/>No atacado paulista, a meia carcaça suína encerrou agosto a R$ 13/kg, avanço de 6,9% em comparação a julho. O cenário contribuiu para consolidar o bom momento do setor.<br/> <br/><strong class="btk">Custos estáveis favorecem margens da atividade</strong><br/>Os custos médios de produção permaneceram próximos de R$ 6/kg em agosto, considerando a Região Sul e Minas Gerais. Com os preços em alta, a margem estimada da atividade (spread) chegou a 28%, indicando maior rentabilidade para os produtores.<br/> <br/><strong class="btk">Exportações devem crescer em 2025 e 2026</strong><br/>Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), as exportações de carne suína devem atingir 1,45 milhão de toneladas em 2025, crescimento de 7,2% em relação a 2024. Já a produção nacional está projetada em 5,42 milhões de toneladas, alta de 2,2%. O consumo interno deve permanecer estável, com consumo per capita estimado em 18,5 kg/ano.<br/> <br/>Para 2026, as perspectivas são ainda mais otimistas: exportações podem chegar a 1,55 milhão de toneladas (+7%), enquanto a produção pode alcançar 5,55 milhões de toneladas (+2,4%).<br/> <br/><strong class="btk">Fonte:</strong> Portal do Agronegócio<br/>]]></description><category>Suinocultura</category><pubDate>Tue, 28 Oct 2025 00:44:00 GMT</pubDate><enclosure type="image/avif" url="https://t6.al/zUzX.avif"></enclosure></item><item><title>Avicultura Catarinense se recupera de crise pós gripe aviária no RS, com exportações já reestabelecidas</title><link>https://www.molteky.com.br/Blog/Avicultura/Avicultura_Catarinense_se_recupera_de_crise_pós_gripe_aviária_no_RS,_com_exportações_já_reestabelecidas</link><description><![CDATA[<div class="bv0"><h2 class="buu bv1 bvz fx"><span class="bse"><a class="bhv bkj s" href="#Alexandre_Giehl_-_Analista_da_Epagri／Cepa" id="Alexandre_Giehl_-_Analista_da_Epagri／Cepa">Alexandre_Giehl_-_Analista_da_Epagri／Cepa</a><span class="bse byi m6 m7">Alexandre Giehl - <span class="bse dzo"></span></span><span class="bse byi m8 m9">Analista da Epagri/Cepa<span class="bse dzp"></span></span></span><span class="bk dxh l-" data-onclick="{&#34;copyToClipboard&#34;:&#34;{document.URL}#Alexandre_Giehl_-_Analista_da_Epagri／Cepa&#34;}" title="Copiar o link desta seção"></span></h2></div><br/><strong class="btk">Volume de carne de frango exportado pelo estado em setembro já supera o registrado no mesmo período do ano passado</strong><br/><br/><div class="bus"><a class="bxi c8 z5" href="https://youtu.be/HMkFXN0YpBM" referrerpolicy="no-referrer" tabindex="0"><span class="bse dzl"></span><span class="bse dzm"></span></a></div>]]></description><category>Avicultura</category><pubDate>Tue, 28 Oct 2025 00:37:00 GMT</pubDate><enclosure type="image/webp" url="https://t6.al/zUzp.webp"></enclosure></item><item><title>Avicultura brasileira já exportou mais de US$ 5,4 bilhões em 2025</title><link>https://www.molteky.com.br/Blog/Avicultura/Avicultura_brasileira_já_exportou_mais_de_US$_5,4_bilhões_em_2025</link><description><![CDATA[<i><strong class="btk">Carnes e miudezas de frango somaram 2,9 milhões de toneladas exportadas</strong></i><br/> <br/>A avicultura é um dos pilares do agronegócio brasileiro e para celebrar a importância deste setor que é responsável por grande parte da produção animal, nesta quinta-feira (28) é o Dia da Avicultura.<br/> <br/>Segundo dados da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária (SCRI/Mapa), somente de janeiro a julho deste ano, as exportações de carnes de frango e miudezas ultrapassaram US$ 5,47 bilhões, somando mais de 2,9 milhões de toneladas exportadas. Já as exportações de ovos, alcançaram o valor de mais de US$ 123,78 milhões.<br/> <br/>"A avicultura é motivo de orgulho para o Brasil. Esse setor gera milhões de empregos, garante alimento de qualidade para os brasileiros e conquista mercados em todo o mundo”, destacou o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.<br/>Os principais destinos das carnes de frango brasileira são: Arábia Saudita, China, Emirados Árabes, Japão, México e Filipinas. Já das miudezas de frango são: China, Hong Kong, Gana e Arábia Saudita.<br/> <br/>Conforme a Companhia de Abastecimento Nacional (Conab), para 2025 estima-se que a produção de carne de frango atinja um novo recorde, com projeção de 15,48 milhões de toneladas, um aumento de 1,5% em comparação a 2024.<br/> <br/>Neste ano, a avicultura brasileira também demonstrou a força do sistema de defesa agropecuária. Diante do primeiro caso de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em plantel comercial, em maio, no munícipio de Montenegro no estado do Rio Grande do Sul, o Mapa atuou em prontidão deste o primeiro momento com medidas de contenção com controle sanitário e comunicação aos organismos internacionais. Após o cumprimento do vazio sanitário de 28 dias, o Brasil notificou a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) e em junho se autodeclarou novamente livre da doença. Nesta semana, mais quatro países retiraram as restrições temporárias impostas à importação de carne de aves do Brasil.<br/> <br/>"Respondemos com agilidade a gripe aviária, com base em ciência, tecnologia com um controle sanitário rigoroso. Esse compromisso é o que nos permite ampliar mercados, garantir segurança alimentar e fortalecer ainda mais a confiança na avicultura brasileira”, ressaltou o ministro Fávaro.<br/> <br/>Assim, além de conquistar novos recordes de produção e exportação, o setor reafirma sua posição de referência mundial em sanidade e segurança alimentar.<br/> <br/><strong class="btk">Informações à imprensa</strong> <br/>imprensa@agro.gov.br<br/>]]></description><category>Avicultura</category><pubDate>Tue, 28 Oct 2025 00:35:00 GMT</pubDate><enclosure type="image/webp" url="https://t6.al/zUx_.webp"></enclosure></item></channel></rss>